quinta-feira, 22 de abril de 2010

Frieza ou inteligência?



Esse pensamento se fez conjunto depois de começar a ler o livro que estou lendo chamado "A Linguagem de Deus". Eu ainda estou no começo, mas ele promete algo que eu gosto: visão racional com sentimento.

Como vocês podem perceber, não escrevi no blog durante um bom tempo. Isso ocorre por causa de um ciclo vicioso atual que é : tristeza me faz sentir responsável pela minha vida e me faz estudar e estudar me faz sentir inútil me fazendo triste. Não estou com tempo para nada, me desculpe.

Não é por isso que deixei de pensar.

Estive pensando, o que será que nos afasta de Deus? Será que é como nos falam? Nos falam que o pecado nos afasta de Deus, mas isso aparenta ser algo tão dramático. Você leva sua vida linda e se deixa cair por algo e sua vida vira uma desgraça. Todo pecado é mortal, mas sabemos que quando você compra um CD pirata você não entra em total depressão quer se matar.

Eu pensei na conjuntura, a soma dos fatos e associei isso ao livro que estou lendo.

Quando eu era menor, um amigo meu (que era cristão) disse que estava lendo uns livros sobre diferentes religiões e mistérios de religiões. Eu achava aquilo um tanto forçado, pois nós não vivemos um Codigo Da Vinci na realidade, além de acrescentar um monte de baboseira que podia ser ruim. Porém comecei a questionar.

Não quero dizer que sou forte ou que minha espiritualidade é maior do que qualquer um, mas vivemos numa sociedade que evangélico é sinônimo de ignorante e ignorante burro que simplesmente se fecha para o mundo.

Ser racional faz parte do cristianismo. Ela não é fundamental porque o cristianismo não é uma religião deísta (Deus que é alcançado pela razão) e sim teísta (Deus relacionável) . Todavia, não se pode simplesmente se levar pelas emoções. Emoções são falhas, e, acredite se quiser, é muito mais saudável ser um cristão que admira as obras de Deus na ciência do que um cristão que vai a igreja ver milagres.

Sabe por quê? Porque o evangelismo se tornou uma briga imperialista. A minha igreja tem mais frutos que a dele. E mesmo quem não vai a igreja pensando nisso pensa: a igreja me faz bem, vou lá por que minha semana foi pesada. Não digo que a igreja perde sua importância nesse sentido, mas será que ir a igreja que te dará consolo ou ver a Deus? Se for ver a Deus, a igreja deve ser usada como mero instrumento. Se o sal se tornar insípido, já era. Porém, se você realmente ouvir uma palavra coerente com a Biblia e isso te faz bem, vai fundo.

Minha afirmação é: a busca do conhecimento fora dos métodos comuns são muitas vezes amiga.

E para aqueles que realmente tem dúvidas, não tenham medo. Não é porque você leu um livro de um escritor ateu/espírita que isso vai mudar sua fé. Pode até acontecer, mas eu acredito que quem é convertido  tem um destino já completamente escrito por Deus. Nada foge do caminho dele.

A ciência ou simplesmente o conhecimento se baseia em pequenas portas fechadas que Deus deixou a chave por ai para procurarmos.

Se vocês quiserem saber: E Jesus? O que ele pensava sobre isso?
Jesus se baseava na lei. Jesus podia dizer as coisas de forma coerentes e certas porque ele conhecia o mundo e os sentimentos dos humanos. Se Jesus fosse emocional demais ele teria desistido de seguir seu caminho até ser crucificado e faria milagres todos os dias da vida dele. Se Jesus fosse racional demais, ele seria apenas um mestre egocêntrico que se diz Deus.

Se você ainda vê como algo inacessível, não o culpo. Os relacionamentos hoje em dia estao assim. Vemos sentimentos fracos que faz apenas relacionamentos baseados na razão e relacionamentos doentios seja em sentimentos ou doentios pelos desejos, que posso comparar aos milagres. Pessoas que querem prostituir Deus só querendo milagres e nada mais.

Mas já pensou que existem pessoas que se gostam para sempre? Duvido que elas estejam nesses casos. Isso significa que a fé e a ciência/razão/conhecimento devem ser postas como médias aritméticas.

Beijinhos e orações

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